quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Casamento da Minha Prima.



Melhor do que todos os presentes por baixo da árvore de natal é a presença de uma família feliz



 
A presença de minha família sempre foi muito importante na minha vida.  Tios e primas, pelo aos menos os que estiveram perto, contribuíram e contribui bastante na minha formação como pessoa. 

Desde pequeno basicamente convivi com duas primas em épocas diferentes. Uma quando criança e outra durante minha pré-adolescência. 

A que mais tenho lembranças, certamente é da Cléu no qual passei toda a minha pré-adolescência. Sempre foi como uma irmã pra mim; passava muitas horas junto, nos divertíamos, gravando musicas  por cima de fitas velhas, inventado rimas sem pé nem cabeça , ou virando a madrugada gravando musica e conversando trivialidades.

Sempre admirei-a muito, e eu  a via como um exemplo pra mim. Sempre pensei e imaginava  com quem ela iria casar, e que esse seria um momento terrível porque eu ia perder tudo aquilo. Pensamentos de uma crianças que sempre quer que as coisas boas durem para sempre.

E então ela se casou em dezembro de 2012. Meus sinceros votos de felicidade pra vocês.  O  Bruno, certamente, tem muita sorte de ter alguém tão especial todos os dias da vida ao seu lado.  


Fique com Deus.
 

 

 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Texto extraído do seriado: “One Tree Hill”

“Se ter seus sonhos realizados da forma como você quer,  for a medida para uma vida de sucesso.  Então alguns diriam que eu sou um fracasso. A coisa mais importante é não deixar o passado para trás. Eu reconheço que nem todo dia será ensolarado. Mas quando você se encontrar perdido na escuridão e no desespero lembre-se: é somente na escuridão da noite que podemos ver as estrelas. E nenhuma estrela o guiará de volta para casa. Então não tenha medo de cometer erros. Ou de tropeçar e cair. Pois na maioria das vezes o melhores prêmios vêm quando se faz aquilo que você teme. Talvez você consiga tudo o que deseja. Talvez você consiga mais do que jamais tenha imaginado. Quem sabe onde a vida te levará? A estrada é longa. E no fim.. o nosso destino é a nossa própria jornada.

Texto extraído do seriado: “One Tree Hill” 

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

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Relembrando de quando imaginavamos tocando de Bar em Bar, atrás do nossos sonhos. Éramos pequenos como duas crianças tolas. 
A chuva caia lá fora, a cidade brilhava, a luz e ao som daquela noite, o mundo aos poucos ia se esvaindo, e tudo ia terminando devagar, mas me diga até quando nós iremos persistir, não podemos parar, até quando tudo ainda vai continuar .. 
A vida as vezes nós dá o fogo, mas esquecemos que a água também é fundamental para a vida. Deus, nós dá tanto, mas nossa ingratidão faz questão de lembrar apenas do que nos falta. 
Hoje é diferente, reconheço que tive um ano incrível, diferente de qualquer outro e mesmo que ainda não me der o que eu venho te pedindo por esses dias, ainda assim quero dizer o quanto estou grato por tudo. 
Muito obrigado !



Arcade Fire - Suburban War


Vamos dar uma volta de carro e ver a cidade esta noite
Não há nada a fazer, mas eu não ligo quando estou tou com você

Esta cidade é tão estranha, eles a construíram para mudar
E enquanto estamos dormindo todas as ruas são reorganizadas

E meus velhos amigos, que eram tão diferentes então
Antes da sua guerra contra os subúrbios começar
Antes de começar

Você sabe que a música nos divide em tribos
Você deixou seu cabelo crescer, então eu deixei o meu
Você disse que o passado não descansaria, até que nós pulamos a cerca
E deixamos isso para trás

E meus velhos amigos, eu não consigo lembrar quando
Você cortou seu cabelo, e eu nunca vi você de novo
Agora as cidades em que vivemos, poderiam ser estrelas distantes
Mas eu procuro por você, em cada carro que passa

As noites são quentes
Sim, as noites estão mornas
Eu tenho vivido nas sombras da sua música
Vivendo nas sombras de sua canção

Nos subúrbios eu, eu aprendi a dirigir
E você me disse que nunca sobreviveríamos
Então pegue as chaves de sua mãe, nós saímos esta noite

Mas você começou uma guerra que você não pode ganhar
Eles mantêm você correndo nas ruas em que crescemos
Agora a música divide-nos em tribos
Você escolhe seu lado, eu vou escolher o meu lado

Todos os meus velhos amigos, eles não me conhecem agora
Todos os meus velhos amigos, estão olhando através de mim agora
Todos os meus velhos amigos, eles não me conhecem agora
Todos os meus velhos amigos, eles não me conhecem agora

Todos os meus velhos amigos, esperem

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Aí, Então Derrame Uma Lágrima.

Kenny Mitchell - Conto Londrino
Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:

Chore o quanto quiser, mas não brigue comigo.

Se não quiser chorar, não chore;

Se não conseguir chorar, não se preocupe;

Se tiver vontade de rir, ria;

Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e 
...acrescente sua versão;

Se me elogiarem demais, corrija o exagero.

Se me criticarem demais, defenda-me;

Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que
...eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser santo de verdade;

Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu
...talvez tivesse um pouco de demônio,
mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo.
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:

-"Foi meu amigo, acreditou em mim e sempre me quis por perto!"


Aí, então derrame uma lágrima.

Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal.

Outros amigos farão isso no meu lugar.


Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que
...vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.

Talvez, chegue seu fim também e ache que não conseguiu
...acrescentar nada de bom no mundo.


Mas no céu, Deus poderá mostra a você as amizades que teve,
...e te convencer que estava errado.

Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente,
...e se inaugura aqui mesmo o seu começo.


E talvez,alguns se arrependam das calunias e mentiras,
...dos desprezos e momentos de incredulidade que alguns teve sobre mim.


Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu.

"Ser seu amigo, já é um pedaço dele..."

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Salto do Itiquira.



    Escrevo essas linhas no dia 19/06/2011. Hoje eu e melhor amigo Mark Hulliver tivemos nossas primeira viagem independente pelas estradas. Sai de casa, com o carro do meu pai, dizendo que ia na casa do Mark apenas pegar uma folha que eu havia esquecido. Mas na verdade nós tínhamos combinado tudo no dia anterior de viajar, pra um lugar um pouco perto, onde desse para nós voltar ainda no mesmo dia. Combinamos de irmos para o salto do Itiquira. Segundo constava no site essa cachoeira é o ‘salto’ mais alto acessível do Brasil.

De principio tivemos que deixar o Joseph (amigo da mãe do Mark) na casa do tio dele. Chegando lá, a viagem atrasou um pouco devido às conveniências e formalidades de encontros casuais. Sem falar que tivemos que espera um ‘cara’ que estava indo pro Guará e o tio do Mark pediu, educadamente, que descermos uma carona para ele. Atrasamos mais ainda por causa disso até que deu a hora de finalmente partimos.

O carro saiu quase ‘zerado’ de Gasolina. Era pra abastecer apenas 10 reais, mas como não tínhamos tempo de abastece em outro lugar colocamos logo 50 reais para não atrasar a viagem. O foda é que meu cartão não passou devido ao limite que não sei como conseguir a proeza de estoura antes do mês acabar e o Mark tinha esquecido a carteira dele com o cartão em casa, ainda bem que resolvemos abastecer em um lugar perto de onde moramos. Se fosse em um lugar mais longe teríamos nos ferrado direitinho.  Mas felizmente a bondade em nosso coração nos salvou, o rapaz que haviamos dado carona emprestou-nos o dinheiro para pagar o combustível. Em seguida passamos no apartamento do marcos, pegamos algumas coisas que faltava junto com a carteira, passamos no banco, pagamos o ‘cara’ e fomos embora.

Nossa ideia era simples e anormal, “como sempre.” Usar o Ipad como GPS, traça a rota e seguir por pontos chaves nas estradas até chegar ao nosso destino. Não tínhamos nunca indo pra lá sozinhos e mal sabíamos ir de uma cidade a outra, quanto mais achar uma cachoeira no meio do nada. Mas mesmo assim fomos, era uma viagem curta de cerca de duas horas. Mas o ‘porém’ é que era pra nós saímos onze hora da manha, e era quase uma e meia da tarde e ainda estávamos em Samambaia. “mas que se dane o mundo, vamos assim mesmo” era a única coisa na nossa cabeça naquele momento. Traçamos uma rota no Ipad que passasse pelo Guará, o rapaz ia ficar lá.  Pegamos estrada pela EPTG, deixei o moço em uma parada na entrada do Guará. E seguimos. Traçamos a rota cortando o sudoeste que passasse pelo cruzeiro e depois agua mineral seguindo pra sobradinho.  

O carro que nós estávamos não tinha som, estava velho e no dia passado ele tinha desligado sozinho, a única forma de fazer ele andar novamente foi apenas na “ligação direta”; da bateria pra Bobina principal onde se encaixa as velas do carburado. Ainda bem que meu pai havia me ensinado a fazer isso, o carro era um Fiat Uno velhíssimo, mas até conservado pro ano dele. Dai o meu maior medo, o carro quebrar e deixar nós no prego no meio do nada. Mas mesmo assim, arranhando macha a 130 Km/h nós fomos. Alias, tínhamos tudo o que precisávamos dentro do carro; fio pra fazer ligação direta, dois notebooks com internet 3G, um Iphone, Celular com crédito, Ipad, cartão de credito, roupas, tocador de mp3, GPS e duas mochilas equipadas.

Até que a viagem foi tranquila após sobradinho, traçamos o destino no GPS pra formosa, e por incrível que pareça por volta de duas e meia pra três horas chegamos lá; a estrada foi divertida, relembramos coisas de nosso passado, historias engraçadas. A paisagem de fazendas de soja também era bonita, vez ou outra colocávamos o tocador de mp3 no ouvido no ultimo volume e cada um ia curtindo a viagem em seu mundo particular. GPS na mão e carro quase voando na velocidade máxima que conseguíamos colocar. Mark me avisando por gestos das fiscalizações eletrônica na estrada, não precisávamos de mais nada. Cruzaríamos o país e nem perceberíamos.

Formosa é uma típica cidade do interior. Na entrada a cidadezinha parece sem graça, mas quando vamos adentrando em seu recinto ela vai nos surpreendendo. Aparentemente é uma cidade onde os grandes fazendeiros comanda a economia com suas festa típicas e camionetes importadas. Logo no começo da cidade há um condômino de luxo que nem mesmo certas casas em áreas nobres de Brasília ousaria competir em beleza. Entretanto esperava encontrar uma variedade maior de restaurante, barzin, sorveterias e pizzarias na cidade devido sua forte influencia turística devido ao salto do Itiquira. Por onde passamos vimos apenas um restaurante que realmente valia a pena visitar, marcamos ele caso na volta desse pra comemos lá. O centro da cidade era bonito e até organizado e até mesmo aparentemente seguro, vi muitas lojas que estavam fechadas com mostruários de seus produtos em vitrines como em lojas de shopping.  Mas apenas, porque nas áreas mais afastadas o que predominava na verdade era a periferia como na maioria das cidades brasileiras.

O Ipad mostrou para nós o caminho até Formosa, de lá tivemos que nos guiar pelas placas na cidade e perguntando em postos de gasolina se estávamos certos. Segundo o site oficial do Salto do Itiquira, a cachoeira ficava  na Rodovia da BR 440-GO, porém não tinha essa rodovia em lugar nenhum no GPS, se nós nos perdemos estaríamos no mínimo ferrados. Paramos nos posto, pegamos umas instruções e seguimos cortando por dentro de formosa até uma estrada cheia de curvas, numa serra medonha, porém com muitas fazendas e chapadas verdes limpas e muito bonitas. Passamos quase 30 minutos dirigindo e nenhum sinal da cachoeira. Paramos em um butiquim de viagem na beira da estrada, encontramos um senhor que estava de saída e pedimos informações, ele com toda a gentileza do povo goiano respondeu-nos que estávamos perto, e que no máximo andaríamos uns 8 Km até a entrada principal do ‘parque do Itiquira’. Seguimos e após poucos minutos avistamos a esplendida cachoeira na estrada enquanto dirigíamos até a sua encantadora beleza.

O parque do Itiquira e de uma organização absurda, nada tem defeito. Tem um caminho todo calçado de pedras cercados por arvores belíssimas, natureza por toda a parte e pontes de madeiras cortando o rio. A queda da cachoeira desce de uma chapada, difícil de imaginar pela altura com seus 168 metros e você estando ali tão perto. A descida dá agua é tão violenta que mesmo estando em uma distancia considerável (longe mesmo) você fica todo molhado devido aos respingo devido a altura que a agua cai.

Ao chegar eu e meu amigo Mark Hulliver, pegamos as mochilas e partimos para a base da cachoeira, que é onde a agua cai. Fomos pelas estrada normal e ficamos surpreendido com a beleza do lugar que realmente lembra aquela beleza singular de paisagens naturais que na maioria das vezes apenas o cinema consegue transmitir para as pessoas. Até a base da cachoeira é fácil chegar, subimos numa pedra, tiramos fotos, filmamos alguns cenas (não muitas, mesmo estando longe da cachoeira o respingo da agua te deixa absurdamente molhado e pra estraga o celular naquela situação era das coisas mais simples). Gritamos, sentimos de verdade o que é a liberdade e a grandeza da natureza, ficamos pasmado como Deus cria coisas tão esplendidas. Também nos odiamos por não ter trago os coletes para podemos entrar na agua e fica debaixo da aonde a agua cai do alto da chapada, alguns dizem que é impossível chegar lá, outros dizem que tem uma caverna atrás da queda da agua. Na próxima iremos descobrir qual das duas coisas é verdade ou se ambas são mentira. rrs

Nem entramos na agua e estávamos todo molhado. No dia todo tudo o que eu havia comido era a metade de um sanduiche do SubWay, e a fome tomava meu corpo, mas eu tava pronto pra arisca um desmaio só pra ver até onde eu aguentava subir a trilha que levava ao topo de onde a cachoeira caia. Nem tinha como comer primeiro, segundo alguns a trilha demorava uma hora e meia até o alto da cachoeira e já era três e alguma coisa da tarde, se parássemos para comer não conseguiria subir a tempo e aproveita um pouco a vista lá de cima. Fomos do jeito que estávamos, molhado, cansado da viagem, mochila nas costas e morrendo de fome.

Vou confessar. Durante a trilha eu chegava a me arrepender grandemente por ter tido uma ideia tão infeliz, subir uma chapada que quase ficava em pé de tão alta que era, cheia de pedras que rolava no menor deslize, mata fechada, medo de bicho brabo e o cansaço tomando conta do meu ser completamente, a única coisa que vinha na minha mente era que eu não teria força nem de voltar com a energia que eu ainda tinha pra andar. Numa subida simples parámos no mínimo umas cinco vezes pra descasar, mas felizmente a cada descansada a vontade de conhecer coisas novas era maior que o desespero e a fadiga e não sei da onde nós conseguíamos reunir força para continua.

Passamos cerca de aproximadamente uma hora nesse sufoco até finalmente conseguimos o premio, chegamos no alto da maior cachoeira acessível do País. Dificilmente alguém acreditaria em nós, teríamos que gravar, sei lá, entra no MSN usar a webcam e registrar o feito de alguma forma, aquilo não poderia ficar perdido. Pequei o notebook, sentei na beira de uma pedra que beirava a descida da cachoeira com uma das melhores vista do mundo. Só me restava a 3G pegar, e por incrível, quase como um milagre no meio daquele nada, no fim do mundo tinha sinal de internet da TIM.  Entrei no MSN e nada, melhor dizendo, ninguém que se interessaria por aquilo, apenas pessoas que provavelmente eu passaria horas e horas explicado o porque de ter feito aquilo e no final apenas perderia meu tempo, dificilmente elas entenderia o porque de tudo isso. Perguntei apenas pra uma menina sobre minha amiga Juhhhh, uma das poucos que talvez se interessasse por isso, mas ela estava off então deixei pra lá, fechei o MSN, Gravei o vídeo do começo desse post na Web Cam e desliguei pra aproveitar o máximo aquele momento único.

Ficamos ali, vendo como ainda tem tanta coisa grandiosa no mundo. Sonhando com o futuro nas nossas possíveis próximas viagens, e conversando sobre como o Mark ainda teria que fazer tanta coisa doida na vida na profissão de Jornalismo dele, rimos, ficamos na beira tocamos gaita, banhamos na agua mais gelada que eu já entrei na vida e pegamos umas estradas pequenas que dava a outras visões da cachoeira. A vontade de fica era enorme, mas ainda precisávamos guarda um pouco de energia pra volta ao carro pela trilha. Voltei cansado, mas pleno de tudo o que tínhamos feito. Quando chegamos no parque, não tínha mais ninguém, erámos os últimos a sair, havíamos demorando muito na trilha. A lanchonete do parque do Itiquira já tinha fechado e eu não sabia se aguentaria ao menos dirigir de tanta fome.

Era por volta da seis e meia e já estava naquele cair de tarde onde o sol quase não tem mais força pra brilhar, paramos na primeira lanchonete na beira da estrada, os pedidos estava lotados, e ia demorar sair os três mistos quentes que eu havia pedido. Tava com medo de dirigir muito tempo a noite, peguei um ‘Cebolitos’ e uma ‘Coca’, o Mark pegou um ‘Cheetos’ e um ‘Guaraná’ e caímos na estrada comendo e ouvindo musica nos fones de ouvido até Formosa.

Em formosa abastecemos o carro, passamos por uma praça bonita e descemos praquele restaurante que nós vimos quando chegamos na cidade. O plano era ir direto pra casa, mas já estávamos ferrado de qualquer forma com meu pai mesmo, então resolvemos ficar e jantar naquela cidade. O restaurante tava ótimo, conversamos bastante, o ambiente era bom e a comida estava maravilhosa. Comemos até enfardar (pedimos duas poções e meia e ainda sobrou comida de tanta coisa que veio) atualizamos os aplicativos do Ipad e do Notebook e coloquei essas duas coisas mais útil da terra pra carregar. Lá também combinamos o que provavelmente iremos fazer daqui alguns dias, uma coisa que isso tudo aqui vai parece besteira, alias nem mesmo comparável com nossa viagem escondido pra São Paulo, mas espere pra ver.

Fomos pega a estrada por volta das oitos horas da noite, o carro tava tranquilo e pecava de tão maneiro que tava, lata de coca-cola no porta copo, pacotes de salgadinhos, comida e chicletes, mp3, computadores e ipad ligados indicando as rotas.  Queria ver era quando chegar em casa se meu pai também ia achar tão massa aquilo tudo, era dia dele ir pra igreja a noite no carro e eu havia saído onze horas da manha dizendo que ia voltar no máximo meia hora depois, e já são quase nove hora da noite e ainda nem cheguei em casa. Relatando essa viagem, nem sei como eu ainda estou vivo. (na verdade sei, e vou logo antecipado, não é nada bom) rsrsr

Bem, quase não há mais nada para ser relatado a partir daqui, apenas o medo e os pensamentos tenebrosos de quando nós chegássemos  em casa e a briga com nossos pais. A viagem foi ótima, vim dirigindo, sem nenhum surto apesar de estamos dirigindo em BR  a noite e nossas carteira de motorista serem novas. Coloquei o fone no ouvindo e vim divagando em pensamento ao som de Alanis Morissentte. Sabíamos das consequências, vi o real sentindo da frase. “Quem não arisca não Vive. Sobrevive!”

      Não vou relatar a bronca e a ameaça de nunca mais pega o carro dado pelos meus Pais, diante de tanta coisa boa, uma simples discursão se torna trivialidade. Até a próxima!




=)